Novo cais de cruzeiros do Porto de Leixões

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Novo cais de cruzeiros do Porto de Leixões vai permitir receber navios grandes de Cruzeiro.O novo cais de cruzeiros do Porto de Leixões, em Matosinhos, vai permitir receber navios de grandes dimensões e terá “impactos significativos no Turismo e na economia” da região e do país, afirmou, o ministro das Obras Públicas, António Mendonça.
“Esta é uma obra importantíssima, que vai ter impactos muito significativos em termos da economia da região e do país”, disse o governante, durante a inauguração da infraestrutura, que custou 20,6 milhões de euros.
Destacando os frutos da aposta deste Governo na ligação com o mar, António Mendonça falou no impacto do investimento do Porto de Leixões.
“Quando olhamos para a importância do turismo de cruzeiro, verificamos que representa 180 milhões em termos económicos, e que vai ter aqui um impacto de 11 milhões se houver dos agentes económicos capacidade de aproveitar infraestruturas”, frisou.
Mendonça acrescentou ainda que o que está a ser feito no Porto de Leixões “articula-se com outros investimentos no domínio rodoviário, ferroviário, aeroportuário”, criando “condições importantes para valorizar a região, potenciar todas as suas capacidades e atrair novas actividades económicas”.Matos Fernandes, presidente da Administração dos Portos do Douro e Leixões, destacou a importância da obra para receber navios de cruzeiro de maiores dimensões.Até agora, o Porto de Leixões apenas podia receber navios até 250 metros de comprimento, embora “a maior parte dos novos navios e dos navios que têm entrado nas rotas do Atlântico” tenham entre 250 e 300 metros, referiu Matos Fernandes.A nova estrutura, com 343 metros, “permite receber estes novos navios” e multiplicar o número de passageiros que chegam a Leixões.“Com 50 navios, 2010 foi o melhor ano do Porto de Leixões. Para 2011, estão previstos 60 navios, dos quais 15 têm mais de 250 metros. Para 2012, estão já marcados 27 de grandes dimensões. Só os tripulantes previstos para este ano são em maior número do que os passageiros que recebemos em 2010″, destacou o responsável da APDL.Apesar da crise, o autarca está optimista: “Hoje, parece complicado acreditarmos no futuro de Portugal. Eu acredito claramente que é por este caminho que estamos a transformar definitivamente o país”, afirmou, dizendo sentir que “há uma energia e uma vibração na nossa comunidade que faz com que se olhe para o futuro com confiança”.Uma boa noticia para o Turismo no Norte.


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