Companhias aéreas moçambicanas, estão totalmente proibidas de operar na Europa

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Companhias aéreas moçambicanas, estão totalmente proibidas de operar na Europa, a Comissão Europeia atualizou, com o apoio do Comité da Segurança Aérea a lista das companhias aéreas de todo o mundo proibidas de voar para a Europa, e anunciou que as transportadoras certificadas em Moçambique

Moçambique

fazem parte da «lista negra», ficando por isso proibidas de operar na União Europeia “dadas as graves deficiências detetadas na área da segurança Aérea.Para contornar esta situação e manter os seus compromissos com os seus clientes, algumas companhias aéreas moçambicanas como por exemplo a LAM-Linhas Aéreas Moçambicanas estão alugar aeronaves a outras companhias aéreas que tenham todos os requesitos para voar para a Europa.A nova lista atualizada inclui todas as companhias certificadas em vinte e um países – ou seja duzentas e sessenta e nove transportadoras aéreas conhecidas que estão proibidas de efetuar operações na União Europei, são eles: Afeganistão, Angola, Benim, República do Congo, República Democrática do Congo, Jibuti, Guiné Equatorial, Gabão (com excepção de três transportadoras que operam com restrições e sob determinadas condições), Indonésia (com excepção de seis transportadoras), Cazaquistão (com excepção de uma transportadora que opera com restrições e sob determinadas condições), Quirguistão, Libéria, Mauritânia, Moçambique, Filipinas, Serra Leoa, São Tomé e Príncipe, Sudão, Suazilândia e Zâmbia.A lista compreende ainda três outras transportadoras: Blue Wing Airlines do Suriname, Meridian Airways do Gana e Silverback Cargo Freighters do Ruanda.Além disso, inclui dez transportadoras aéreas autorizadas a efectuar operações na UE, mas subordinadas a restrições severas e sob condições: Air Astana do Cazaquistão, Air Koryo da República Popular Democrática da Coreia, Airlift International do Gana, Air Service Comores, Afrijet, Gabon Airlines e SN2AG do Gabão, Iran Air, TAAG – Linhas Aéreas de Angola e Air Madagascar. No entanto, a Comissão Europeia e os membros do Comité da Segurança Aérea “reconhecem os esforços desenvolvidos pelas autoridades” moçambicanas “para reformar o actual sistema da aviação civil e aumentar a segurança, a fim de garantir a aplicação efectiva das normas de segurança internacionais”.


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